Lá pela década de 70, aconteceu em uma região da Europa, o encontro de dois navios missionários da OM, que precisaram parar para um período de reparos de grande porte.
E juntos, ficaram por cerca de um ano em uma região da Alemanha.
Por esta razão muitas ações missionárias foram realizadas na região e nos países vizinhos.
As igrejas começaram a se envolver e enviar muitas pessoas, tanto para as caravanas que saiam em viagens, quanto para o trabalho de reparo das embarcações.
Entretanto, algumas pessoas, incluindo líderes das igrejas locais, começaram a se despertar para missões e naturalmente seguiram para o trabalho de longo prazo nos campos missionários e também nos Navios.
Este fato foi gerando bastante preocupação de muitas igrejas que começaram a reduzir o envio de caravanas e até mesmo impedir o envolvimento das pessoas, com medo de perderem seus membros e líderes.
Com o passar do tempo, apenas uma Igreja deu continuidade aos trabalhos com caravanas, e essa foi a igreja do Capitão Samuel, um dos atuais capitães dos navios da OM.
Em 2019, período em que estive a bordo do navio Logos Hope, pude ouvir o Capitão Samuel contar a sua história. E foi a igreja dele, a única igreja que se manteve no trabalho missionário, sendo também, a única existente na região, e que até hoje tem como objetivo ser missionária, viver missões, sustentar e enviar missionários, como o próprio Capitão Samuel que serve a bordo dos navios da OM.
Temos muito a aprender com esta história real, pois ser uma igreja missionária consiste em viver junto, a Grande Comissão e o Grande Mandamento para o avanço do Reino de Deus. Quando focamos no Reino de Deus, Ele, o próprio Senhor, nos faz prosperar, ser bem sucedido e duradouro.
Meu desejo e oração, é que vocês e eu, possamos “…Buscai primeiro o Reino de Deus e sua Justiça, e todas as demais coisas serão acrescentadas.” Mateus 6.33
Pr. Márcio Lugão